quarta-feira, 16 de abril de 2014

PEDRO PROENÇA E CARLOS XISTRA INTERFEREM OBJETIVAMENTE NO RENDIMENTO MÉDIO DO BENFICA

Semana de desastrosas decisões dos responsáveis pelo sector da arbitragem!

PEDRO PROENÇA FOI NOMEADO PARA O BENFICA - F.C. PORTO!

E CARLOS XISTRA NOMEADO PARA O BENFICA-OLHANENSE! Dois árbitros que os números desaconselhavam para jogos decisivos do Benfica.

Haja decorro, Conselho de Arbitragem!
Logo na 1ª jornada,  o Benfica foi brindado com o Jorge Sousa e como era expectável este conseguiu garantir a única derrota do Benfica no campeonato, após isso, seguiu-se um período de acalmia nas nomeações, com uma serie de partidas sem intervenção direta de árbitros que historicamente tenham interferido no rendimento médio do clube, levando alguns a acreditar que o "sistema" já estivesse moribundo. O certo é que subitamente, na 25ª jornada e agora nestes próximos dois jogos desta semana, o Benfica se vê obrigado a competir com árbitros que lhe diminuam drasticamente o rendimento médio.


Atenção! Para que conste, por exemplo, o F.C. Porto ainda não teve nenhum jogo dirigido por um arbitro que lhe tenha diminuído o rendimento médio em mais de 20% nas últimas 6 épocas. Ou seja, os membros do Conselho de Arbitragem tiveram o cuidado de não nomear árbitros que claramente colocam entraves ao normal rendimento desportivo do F.C. Porto. Para quando, o Bruno Paixão nos jogos do F.C. Porto? Porque o Benfica não merece o mesmo tipo de tratamento dado ao F.C. Porto?


Como os adeptos sabem nas últimos 6 campeonatos, em 177 jogos o F.C. Porto conquistou 430 pontos (81% dos pontos disputados) e o Benfica conquistou 414 pontos (78% dos pontos disputados).
Como se comprovam estes números, estas são as duas equipas com o rendimento médio mais equiparável na nossa liga.

Este é o rendimento médio das 2 equipas com todos os árbitros, ou seja em 177 jogos, ocorreu um diferença geral de 3% e quando analisamos individualmente a esmagadora maioria dos árbitros, detetaremos pequenas variações no rendimento médio da equipa. Contrariamente, com o Pedro Proença e o Carlos Xistra existe uma diferença de 25% no rendimento médio destas duas equipas nos últimos 6 campeonatos. Como sabem neste blog defendemos que sempre que o rendimento médio aumentar/baixar mais de 20% com um arbitro em concreto em relação a média geral da equipa, esse arbitro nunca deve ser nomeado para jogos importantes dessa equipa.

Por isso, mantendo esses limites objetivamente definidas, reiteramos que o Pedro Proença não tem condições para arbitrar jogos do Benfica, uma vez que nos 12 jogos arbitrados por ele nas últimas 6 épocas, o Benfica diminui drasticamente o seu rendimento médio nesses jogos, conquistando apenas 44% dos pontos disputados. Como se pode ver no quadro que se segue este arbitro e o Carlos Xistra são os 2 únicos dos principais árbitros com os quais o Benfica tem um saldo negativo de decisões arbitrais relevantes (Penalti ou expulsão) nas últimas 6 épocas. O F.C. Porto não tem saldo negativo de decisões arbitrais com nenhum dos árbitros no acumulado das últimas 6 épocas. Diretamente com um último golo sofrido através de um penalti ou após sofrer uma expulsão, o Benfica acabou perdendo 8% dos pontos em disputa diretamente com as decisões desfavoráveis do Pedro Proença e 17% dos pontos em disputa diretamente com as decisões desfavoráveis do Carlos Xistra, este é a capacidade de interferência direta destes 2 nos jogos do Benfica.




O F.C. Porto teve os seguintes números de jogos com cada um dos árbitro,s nestas últimas 6 épocas.

O que justifica que de todos os árbitros existentes, o Pedro Proença seja aquele com o qual o F.C. Porto tenha um maior saldo favorável de decisões arbitrais, 11 no total, (6 penaltis e 5 expulsões favoráveis)?
O Pedro Proença é o arbitro cujas decisões arbitrais permitiram ao F.C. Porto acrescentar mais pontos diretamente com expulsões ou penaltis nestes últimos 6 anos. O que justifica que o F.C. Porto tenha conseguido acrescentar 9 pontos diretamente com as decisões arbitrais do Pedro Proença? Que enorme coincidência, conseguir aproveitar as expulsões e os últimos golos na partida obtidos através de penalti para acrescentar 9 pontos diretamente com as decisões do Pedro Proença.

Sendo o mais reputado arbitro português da atualidade dirige normalmente os principais jogos, dai que quando analisamos os pontos conquistados sem influência arbitral direta, verificamos que, sem nenhum ponto alterado diretamente por um decisão arbitral relevante (expulsão ou último golo de penalti), o Benfica conquistaria 53% dos pontos nos seus jogos, o F.C. Porto conquistaria 49% dos pontos, o Sporting conquistaria 49% dos pontos e 33% dos pontos. Estas principais equipas teria um rendimento médio com o arbitro muito semelhante se analisarmos apenas os pontos conquistados sem influência arbitral direta, mas o F.C. Porto acrescentou mais 20% dos pontos em disputa diretamente aproveitando as expulsões e os últimos golos marcados através de penaltis.

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ADENDA NO PÓS JOGO **** Benfica 3 - F.C. Porto 1 *****
PRIMEIRO OBSTÁCULO ULTRAPASSADO COM DISTINÇÃO, INESQUECÍVEL RENDIMENTO DE UMA EQUIPA DE 10 GLORIOSOS DO ATUAL PLANTEL BENFIQUISTA QUE CONSEGUIRAM GANHAR POR 2 GOLOS DE DIFERENÇA, TAL COMO JÁ HAVIAM FEITO OS 11 EUSÉBIOS EM 12/01/2014.
PEDRO PROENÇA TENTOU EQUILIBRAR AS FORÇAS EM COMPETIÇÃO MAS O ANDRÉ ALMEIDA DESEQUILIBRA DEFINITIVAMENTE ESTE CONFRONTO!

1 comentário:

Anónimo disse...

Muito bom.
Excelente mesmo.

Grande trabalho!