quarta-feira, 19 de julho de 2017

Bruno de Carvalho - "Bardamerda" absolvido

O conselho de Disciplina decidiu absolver Bruno de Carvalho da participação disciplinar que havia sido instaurado contra o presidente do Sporting. pelo seu discurso público de tomada de posse em que afirmou alto em em bom som: "Barbamerda para quem não é do Sporting". Foi um acto público de total desprezo pelos adversários, que não mereceu nenhum reparo público pelos responsáveis disciplinares da Liga.

Pelos vistos, para os elementos do CD ser tratado por bardamerda não é nada ofensivo.
Moral desta história: Os elementos do CD ou são uns bardamerdas ou são do Sporting. 
Há quem diga que o mais provável é serem ambas as coisas! 
Para quem é um bardamerda realmente não deve ser nada ofensivo ser tratado por tal, o pior é para os que não são e que por essa decisão do CD podem se sentir insultados e tentados a fazer a justiça pelas suas próprias mãos. 

Quando a justiça é ineficaz, normalmente, deixa é os cidadãos numa situação ainda mais vulnerável, pois normalmente o elemento do povo não leva desaforo para casa. Os juizes do CD como já se viu toleram muitos insultos, estão muito subjugados a quem os elege.

Já a maioria dos adeptos, não se revê nessa decisão do CD, pois os adeptos de todos os restantes clubes que não o sporting, seguramente não se consideram uns bardamerdas.
E esses adeptos de futebol português que não são do Sporting e não se consideram uns bardamerdas, obviamente condena esse discurso público do Bruno de Carvalho, como condenerá está decisão do CD em aceitar como não sensurável essa alusão a que são uns bardamerdas só pelo simples facto de não serem adeptos do Sporting. O desporto não é o insulto aos adversários, ninguém consegue competir se não tiver a honra de ter um adversário que queira partilhar um evento desportivo consigo.


Isto começa assim, de seguida após uma derrota qualquer vamos ouvir alguém a dizer bardamerda para os vencedores, ou mais tarde vamos ouvir bardamerda para os juizes do CD que decidiram contra os interesses da minha equipa e ai, jazendo jurisprudência na actual decisão já não haverá moral para poder castigar ninguém pelos insultos aos adversários.


terça-feira, 18 de julho de 2017

CREDIBILIDADE E O APITO FINAL

Pelas 22h30 do dia 17/04/2017, vespera de um Beira Mar - F. C. Porto, Pinto da Costa e Carolina Salgado recebem em sua própria casa, o arbitro Augusto Duarte, tendo-lhe sido oferecido 2.500€ com a solicitação para uma actuação parcial naquele jogo ou em jogos futuros em que arbitrasse o F. C. Porto (Ponto 25). A actuação por parte o arbitro Augusto Duarte favorável ao F. C. Porto, a margem das leis do jogo aconteceu por 3 vezes nesta partida (Ponto 41, 42, 43 e 44). Isto foi o que ficou provado pela Comisão Disciplinar da LPFP no processo disciplinar nº42-07/08.

A credibilidade e o apito final!

Assim sendo é deverás estranho, esta nova decisão em que se decide pelo arquivamento de um caso tão revelante e compremetedor como este em que estamos a falar de uma infração disciplinar tão grave como a da corrupção desportiva.
Nesta sentença de arquivamento datado de 05/07/2017, que incompreesivelmente só foi tornada de conhecimento publico, ontem dia 17/07/2017, os juizes decidiram acreditar na versão dos defensores de Pinto da Costa e do Augusto Duarte, de que o arbitro foi a casa do presidente simplesmente para obter conselhos matrimoniais, pelos vistos, encontro esse que tinha que ocorrer imperativamente na vespera do jogo que iria apitar do F. C. Porto. Mas a ser verdadeira essa tese, de que o arbitro Augusto Duarte se dirigiu a casa do presidente portista, porque necessitava de aconselhamentos matrimoniais, então nesse caso, o contacto telefónico a solicitar esse tal encontro não devia ter partido, obrigatóriamente do arbitro Augusto Duarte?
Porque será que o António Araújo em conluio com o Pinto da Costa, ligam ao Augusto Duarte para lhe dizer que necessitavam de se encontrar com ele, quando quem supostamente necessitava de conselhos matrimoniais era o Augusto Duarte?
É que em resultado dos factos conhecidos e provados, foi António Araújo que ligou ao arbitro Augusto Duarte no dia 16/04/2004 para agendar um jantar entre ele, o arbitro Augusto Duarte e o presidente Pinto da Costa (ponto 6). Augusto Duarte começou por declinar o convite para o jantar no dia 16/04/2004, porque nesse dia teria de estar presente num curso de árbitros, Augusto Duarte sugeriu então, almoçar, ao que Augusto Duarte torceu o nariz por ser "muito para o clarão" para o encontro com o "número um", ao que o António Araújo contrapôs que "não porque, nós a seguir vamos ver uma casa". Combinaram então almoçar no dia seguinte e António Araújo informou ao Pinto da Costa que o encontro ficaria, então marcado para o dia 17/04/2004. Em 17/04/2004  António Araújo confirmou ao Pinto da Costa que conseguiu convencer o arbitro Augusto Duarte a encontrar-se com ele na casa do Pinto da Costa entre as 22h00 e 22h30. No dia 17/04/2004 pelas 22h30  António Araújo e Augusto Duarte, chegaram a casa do Pinto da Costa na viatura do  António Araújo e foram recebidos à porta da sua casa pelo próprio Pinto da Costa e pela sua companheira Carolina Salgado. Factos comprovados pelos inspectores da PJ que informaram que António Araújo e Augusto Duarte só sairam dessa casa por volta das 23h45 do dia 17/04/2004.

É inadmissível que na vespera de um jogo que irá dirigir, um arbitro da Liga Portuguesa de Futebol se reuna durante mais de 1 hora na casa do presidente do clube, cujo jogo irá arbitrar e que isso seja tolerável pelos juizes do CJ.
Algum adepto de futebol aceitaria assistir jogos de uma liga profissional em que é permitido aos presidentes dos clubes convidar aos arbitros para um encontro no recato da sua casa na vespera do jogo a arbitrar?

Com os factos que são públicos e já devidamente comprovados esta nova sentença em que se conclui pelo arquivamento do processo disciplinar pelo crime de corrupção, envergonha todos os agentes desportivos e todos os responsáveis pelo futebol português. Tudo é tolerável e nada se faz para defender a verdade desportiva e direito dos adeptos em assistir espectáculos não desvirtuados.






Depois de ter conhecimento disto tudo, a personagem que o CJ considera ser de pouca credibilidade é a Carolina Salgado! Já Pinto da Costa e o Augusto Duarte, aparentemente merecem louvores pelos bons serviços que prestaram ao futebol português! Conseguiram mesmo convencer, estes supostos juizes que compõem o CJ, de que o encontro que tiveram na casa do Pinto da Costa foi simplesmente por causa de conselhos matrimoniais. Como estes juizes podem ser tão crentes na bondade humana, ao ponto de acreditar na justificação dos conselhos matrimoniais, permitindo que um presidente de um clube possa receber um arbitro no seu própio recato do lar na vespera do jogo dessa equipa. 

Se esses juizes gostassem realmente de futebol saberiam que nenhum adepto quer ver jogos arbitrados por individuos que na vespera são visitas de casa do presidente do clube que vai arbitrar.





domingo, 9 de julho de 2017

O adepto de clube e o despertar para a época 2017/18

A curiosidade demonstrada pelo Francisco J. Marques consultando de fio a pavio 5 anos de correspondência de emails do rival, em busca de perceber como em 2016/17, o Benfica (usufruindo de apenas 3 penaltis assinalados a seu favor ainda com o jogo empatado e sem usufruir de nenhum minuto em superioridade numérica nos 34 jogos do campeonato) conseguiu conquistar mais pontos que o F. C. Porto (que usufruiu de 6 penaltis assinalados a seu favor ainda com o jogo empatado e de 298 minutos em superioridade numérica no acumulado de 9 expulsões, ou seja em média jogou esses 9 jogos usufruindo de 33 minutos disputados em superioridade numérica, tendo aproveitado tal facto para vencer todos esses 9 jogos. 

A dificuldade do F. C. Porto não foi nos 9 jogos em que usufruiu de vantagem do arbitro ter expulso um jogador adversário, foi nos restantes 25 jogos do campeonato em que não usufruiu de superioridade numérica, pois não conseguiu vencer aproximadamente metade desses jogos disputados 11 contra 11, pois dos 25 jogos não conseguiu vencer 12 deles. 

Algum portista acredita que na próxima época, se o Benfica usufruir de mais 298 minutos em superioridade númerica que o F. C. Porto e do dobro dos penaltis assinalados a seu favor ainda com o jogo empatado do que o F. C. Porto, não irá aproveitar tal facto para facilmente conquistar mais pontos que o F. C. Porto em 2017/18?
Pois é, meus amigos, com essas condições tão mais vantajosas que o rival, bastaria ser minimamente competente para se ter sucesso. Qualquer clube grande em Portugal, consegueria vencer os 9 jogos disputados em superioridade, em média durante 33 minutos em cada um desses jogos.

Por mais que queira que os adeptos não se apercebam do fraco desempenho do elenco portista nas condições regulamentares, o director de comunicação do F. C. Porto tem o conhecimento perfeito desse fraco desempenho do clube nos jogos em que não beneficiou de penaltis ou expulsões favoráveis e sabe perfeitamente que qualquer clube aproveita as decisões arbitrais favoráveis (penaltis e expulsões) para melhorar o seu rendimento desportivo. É por isso que assistimos a esta intensa campanha do F. C. Porto na tentativa de condicionar/pressionar os árbitros para que com o jogo empatado, estes lhes possam conceder mais do que o dobro de penaltis favoráveis do que o Benfica usufruir ou que lhes permitam usufruir de ainda mais de que 298 minutos em superioridade numérica do que o Benfica usufruir, pois com essas condições ainda mais favoráveis, o F. C. Porto teria melhores condições para conquistar mais pontos que o Benfica na época 2017/18. Num campeonato de 34 jogos, usufruir do dobro dos penaltis que desbloqueiam jogos e de mais 298 minutos em superioridade numérica parece que actualmente já não chega para o elenco portista conseguir conquistar mais pontos que o plantel benfiquista, pelo menos não chegou na época 2016/17. Logo se não ocorrer grandes mudanças nos planteis do Benfica e do F. C. Porto para a época 2017/18 será muito dificil para o actual elenco portista, conseguir conquistar o mesmo número de pontos do plantel benfiquista, se usufruirem as duas equipas do mesmo número de penaltis e expulsões favoráveis (mesmo número de minutos em superioridade numérica).


Depois de terminada a época 2016/17, assistimos aos festejos dos vencedores e as demonstrações de frustração dos vencidos, que passaram o defeso a entreter os seus adeptos com uns supostos e-mails roubados aos dirigentes rivais, foram semanas e semanas a violar/devassar a correspondência alheia em busca de sabe lá o quê? Se realmente suspeitavam de actos ilícitos, seguramente teria encaminhado esses dados suspeitos as autoridades judiciais e não fariam desses e-mails alheios uma reality show, que pudesse descredibilizar os eventuais indícios de actos ilícitos. 

Os adeptos dragartos estiveram durante o defeso inteiro bem entretidos a vasculhar os supostos e-mails do rival campeão, em vez de procurarem efectivos reforços para as suas equipas. Já para os verdadeiros portistas e sportinguistas a preocupação maior sempre foi e será, o de olhar essencialmente para as suas próprias necessidades e realidade, em procurar encontrar os aspectos a corrigir ou as posições em campo, que carecessem de melhorias nas suas equipas para a nova época que agora se inicia. Na pré-época teremos oportunidade de constatar se os esforços dos verdadeiros sportinguistas ou portista prevaleceram ou não sobre o dos dragartos, que uma vez que não conseguem reunir competênçia suficiente para se sagrarem campeões, limitam-se a desperdiçar o seu tempo disponível tentando denegrir a imagem da competição em que participam (LIGA NÓS). Nestas 4 últimas épocas, o Benfica conseguiu um histórico Tetra-Campeonato, apesar dos árbitros em 128 jogos apenas terem assinalado 8 penaltis favoráveis ao Benfica ainda com o jogo empatado, sendo que nesse mesmo período foram assinalados 16 penaltis favoráveis ao Sporting ainda com o jogo empatado e 18 penaltis favoráveis ao F. C. Porto ainda com o jogo empatado. 

Não existe nenhum adepto do Sporting ou do F. C. Porto que possa dizer que nestas últimas 4 épocas, preferia que os árbitros tivessem assinalado somente metade dos penaltis que efectivamente assinalaram a favor dos seus clubes. Repito não existe nenhum que seja capaz de dizer que preferia jogar com metade dos penaltis que efectivamente usufruiu nas últimas 4 épocas. Estamos a falar daqueles penaltis que permitem desbloquer empates e assim obter melhores resultados desportivos. 


Depois de vermos o quadro resumo dos penaltis assinalados nas últimas 4 épocas, salta a vista o incrível dado estatístico da equipa com claramente o melhor ataque (+35 golos marcados que o 2º melhor ataque) ser a equipa que tenha usufruido de menos penaltis assinalados a seu favor nestas últimas 4 épocas. Pelos vistos, o Benfica consegue atacar mais e marcar mais golos, só não consegue é que os árbitros vejam as faltas que os seus atacantes sofrem na area adversária. O Benfica nas últimas 4 épocas, usufruiu em média de apenas 9,5 penaltis favoráveis por cada 100 golos que conseguiu marcar. Por mais e-mails que se troque, por mais elementos da estrutura de poder da nossa Liga que possam ser mudados, por mais ajuda de bruxaria, parece que não se consegue obter condições tão boas como o dos rivais, ou seja, as boas condições arbitrais de usufruir de 15,7 penaltis favoráveis a cada 100 golos que consegue marcar (Sporting) ou de usufruir de 13,0 penaltis favoráveis a cada 100 golos que consegue marcar (F. C. Porto). Quando será que o Benfica terá a sorte de melhorar dos modestos 9,5 para os vantajosos 15,7 penaltis favoráveis em média por cada 100 golos que consegue marcar? 

O Francisco J. Marques acusa o Benfica de recorrer a bruxaria, mas o que o Francisco J. Marques não explica é, porque não há bruxaria que pelo menos permita ao Benfica conseguir obter a mesma sorte com as decisões arbitrais que os rivais (penaltis favoráveis efectivamente assinalados pelos árbitros). 

Deixando agora os e-mails, bruxaria e todo a lama e porcaria que se queira atirar para cima dos adversário de parte e concentrando a nossa atenção naquilo que se passa dentro do campo, temos que:
Por muito que custe a alguns, já começaram os testes da pré-época, as atenções dos verdadeiros adeptos voltaram a estar no rendimento das suas equipas dentro do campo. 

A ÉPOCA DO SPORTING INICIOU-SE COM O:
Belenenses 1 – Sporting 1, resultado final que não se pode dizer que tenha sido uma grande surpresa para os adeptos mais atentos ao futebol português. Neste jogo o desempenho global das equipas foi bastante semelhante ao do confronto entre estas 2 equipas, na 15ª jornada da época passada, só com a pequena diferença do golo obtido pelo Sporting nos descontos, na altura ter permitido a vitória por 1-0 e também a famosa volta olímpica do Presidente Bruno de Carvalho em comemoração de um resultado que nesse momento permitia ao Sporting manter-se 8 pontos atrás do líder da classificação, o Benfica. A actual equipa de 2017/18 que disputou este jogo inaugural, ainda não contou com o contibuto do goleador Dumbia, do Mathieu, do Coentrão, do Patrício, William e do Adrien, o que pode explicar em parte o facto de não ter conseguido melhor que o empate, neste 1º jogo da pré-temporada. Vamos ver como a equipa evolui nos próximos testes.

A ÉPOCA DO F. C. PORTO INICIOU-SE COM O:
Académica 2 – F. C. Porto 2, apesar da Académica ser uma equipa que irá disputar a 2ª Liga, não se pode dizer que este empate foi uma grande supresa, sabendo-se que não foi um jogo em que alguma das equipas tenha usufruido de vantagem numérica. Apesar de o ter iniciado com praticamente o seu melhor onze a titular, esta partida foi mais uma disputado 11 contra 11, que o F. C. Porto  não foi capaz de vencer, tal como já tinha acontecido em aproximadamente metade dos jogos que o F. C. Porto disputou na época anterior. E ainda há adeptos que continuam distraídos a procura dos motivos da escassez de vitórias nos árbitros, nos e-mails ou na bruxaria! 
Para esses tudo serve, desde que permita aligeirar as suas próprias responsabilidades. 


Já sabemos como foi o despertar da época 2017/18 para os sportinguistas. 
Já sabemos como foi o despertar da época 2017/18  para os portistas.
Falta saber como será o despertar 2017/18 para os adeptos benfiquistas.

Será que quem tem andado anestesiado, já acordou para a exigência da nova temporada?
Como será a reacção dos adeptos ao despertar do seu clube para a época 2017/18?