OS JOGOS VÃO SE ACUMULANDO E DE PENALTI EM
PENALTI, LÁ VAI O C. A. GARANTINDO A VANTAGEM NECESSÁRIA AO F. C. PORTO.
Depois de uma diferença de 12 penaltis nos últimos 18 jogos para o campeonato, Fontelas Gomes decidiu nomear Hugo Miguel para dirigir este último clássico Benfica - F. C. Porto e a tendência arbitral manteve-se também nesse jogo da Supertaça, o F. C. Porto acrescentou mais 1 penalti favorável e o Benfica 1 penalti desfavorável. Lance precedido de falta sobre Rafa Silva não assinalado e em que se vê claramente o Taremi a procurar o contacto com Odysseas que o tenta evitar. Como pode Hugo Miguel considerar a queda do Rafa forçada e a do Taremi não!
Assim nos últimos 19 jogos, verificamos que o atual C. A., concedeu ao F. C. Porto uma vantagem de 14 penaltis em relação ao Benfica. Obviamente, nestas condições arbitrais tão desiguais, o rendimento desportivo do F. C. Porto foi superior ao do 2º melhor rendimento médio da Liga nesse atual período arbitral (Benfica). Há 14 penaltis de diferença em 19 jogos e mesmo assim ainda há quem esteja surpreendido pelo rendimento do Benfica ter sido inferior, comparativamente ao F. C. Porto nos últimos 19 jogos! Antes do atual PERÍODO ARBITRAL MAIS OBSCURO DA HISTÓRIA DO FUTEBOL PORTUGUÊS começar na 27ª jornada da época 2019/20, o Benfica e o F. C. Porto partilhavam a liderança com 64 pontos cada (tendo o Benfica uma vantagem de 4 golos, pois tinha um saldo positivo de 38 golos, enquanto o F. C. Porto tinha um saldo positivo de 34 golos)! Como uma equipa que em 27 jornadas, apenas consegue marcar mais 4 que o seu rival, conseguirá anular uma diferença de 14 penaltis nos 19 jogos seguintes? Surpreso! Tão surpreso como com a nomeação do Hugo Miguel!
Clique no link, para veres as imagens e depois de tirares as tuas próprias conclusões, responda a seguinte questão: Hugo Miguel reúne ou não condições para arbitrar jogos do Gedson Fernandes, Tomás Tavares, Jardel (ou qualquer outro equipado com a camisola do Benfica) antes de haver uma retratação desta discriminação cometida pelo arbitro Hugo Miguel em frente a todo o mundo desportivo? Claro abuso de poder! Vendo o que aconteceu com Gedson, compreende-se que o Tomás Tavares e o anterior capitão Jardel demonstrem ao Hugo Miguel a sua insatisfação, ignorando-o também.
Partindo do princípio que os elementos do C. A. estão tão atentos as questões arbitrais, como os adeptos mais atentos a essas questões (como é o caso deste blog Influência Arbitral), os responsáveis do C. A. viram as mesmas imagens, que nós vimos, verdade!
Discriminação perante a cor da pele ou da camisola é admissível por parte de qualquer arbitro ou Juiz que, tem a obrigação de ser o 1º a defender os direitos universais!
Depois desse triste episódio, o C. A. ou C. de disciplina pediu desculpas públicas ao Gedson Fernandes e ao Benfica antes de o nomear novamente para jogos do Benfica?
Questionaram Hugo Miguel sobre a justificação deste seu inadmissível comportamento com o jovem internacional A por Portugal (Gedson Fernandes) e clube (Benfica)?
Que medidas tomou o C. A., quais foram as consequências para Hugo Miguel?
Hugo Miguel provou ter condições de imparcialidade para poder ser nomeado, para apitar o Benfica contra o seu principal rival em Portugal, neste clássico da Supertaça?
Em 27/10/2019 quando ocorreu este
Tondela 0 – Benfica 1 de 2019/20, Gedson Fernandes e Tomás Tavares tinham
acabado de subir para a equipa principal do Benfica, logo não consigo imaginar o que causou tamanha
animosidade do Hugo Miguel em relação aos 2 jovens jogadores do Benfica, ainda antes do início do calor do jogo. Será consequência de criticas dirigidas ao arbitro em encontros anteriores (será
que também teve atuações lesivas ao Benfica B na 2ª Liga, tendo recebido criticas do Gedson que não gostou, sendo esse o motivo de reação de retaliação a 2 teenagers que estavam a iniciar a sua carreira a representar o Benfica a mais alto nível)? Como o capitão, sabemos que o Jardel já sofreu demasiados prejuízos desportivos, com a tendência arbitral do Hugo Miguel, basta ver as imagens abaixo, das 3 últimas vezes anteriores em que este perdeu o título para o F. C. Porto, em 2011/12, 2012/13 e 2017/18, os erros arbitrais que o Hugo Miguel cometeu para que fosse possível o F. C. Porto ser campeão. O seu contributo para esses desaires do Benfica é inegável para qualquer adepto intelectualmente honesto, são erros arbitrais graves em qualquer Liga do mundo!
Em todos estes lances destas imagens acima, Hugo Miguel não assinalou penalti favorável ao Benfica, nem no jogo em que aos olhos do Hugo Miguel o Sporting podia utilizar 4 guarda-redes, já quando o jogador do F. C. Porto tropeçou nele próprio ele assinalou penalti e expulsou o defesa, decisão arbitral que, desbloqueou o jogo da última jornada, que se terminasse empatado, o titulo iria para o Benfica.
Para azar do Hugo Miguel, a derrota do Benfica na época passada com o Braga resultou desta falta inexistente. E esta temporada nos 2 jogos que apitou o Benfica, em ambos com 0-0 no marcador assinalou um penalti desfavorável ao Benfica que provocaram 2 das 4 derrotas que o Benfica leva na temporada.
Qualquer que seja a justificação, considero inaceitável que, Hugo Miguel, depois de já ter privado com o Jardel enquanto capitão do Benfica em mais de uma dezena de jogos, falou com ele pelo menos para definir quem dá o pontapé de saída, obrigatoriamente esteve frente a frente com o Jardel. Assim sendo, ainda antes de propriamente se iniciar o calor da competição em 27/10/2019, é inadmissível que numa situação de normalidade arbitral, que um árbitro de coração e consciência limpa (será que Hugo Miguel estava?), observe a chegada do Jardel, discriminando-o completamente como discriminou os outros 2 jovens do Benfica, observando impávido a chegada do anterior capitão (Jardel) sem que, Hugo Miguel seja capaz de dirigir sequer uma palavra de circunstância ao suplente Jardel nesse dia (não era o capitão desse jogo, uma vez que era suplente, mas de entre todos os jogadores do Benfica, seguramente era aquele que mais vez, representou o Benfica perante o arbitro Hugo Miguel). Logo aos olhos do Hugo Miguel, o Jardel obrigatoriamente devia ser visto como um dos representantes máximos do balneário do Benfica, um dos elos de ligação/comunicação do arbitro com os outros jogadores do Benfica, que dada a juventude podiam ainda nem sequer ter estado pessoalmente no mesmo campo com o arbitro Hugo Miguel. Mas desconhecer Jardel, isso não pode ser utilizado como desculpa por parte do Hugo Miguel, neste seu acto propositado de discriminação aos jogadores do Benfica, algo que um arbitro (juiz) duma partida nunca poderia fazer. O C. A. tem culpas em permitir tal abuso de poder numa competição nacional organizada pela Liga profissional de Futebol.
Todos nós que estamos muito atentos a arbitragem sabemos como Hugo Miguel, chegou a arbitro internacional em 2013, nessa altura havia que preparar a substituição de Pedro Proença, que se iria reformar na época seguinte. E para os interesses do F. C. Porto, o arbitro da A. F. Lisboa que, melhor poderia substituir o Pedro Proença, era então jovem Hugo Miguel, que nos 11 jogos do F. C. Porto que tinha apitado até então, apresentava os seguintes dados estatísticos:
Com estes dados estatísticos perfeitos para o F. C. Porto, para o C. A., o Hugo Miguel passou a ser o arbitro de Lisboa perfeito para converter em internacional, era mesmo este, que deveria apitar os jogos mais difíceis dos 4 candidatos ao título (F. C. Porto, Benfica, Sporting e Braga). Afinal o critério é o seguinte, sendo arbitro da A. F. Lisboa ou da A. F. Porto só pode apitar um clássico, se for o F. C. Porto o clube que, em média obtém melhor rendimento médio nos jogos apitados por esse arbitro e usufrui de mais penaltis com esse arbitro! Pergunta o meu amigo, como é que se chega a uma conclusão destas, é simples, basta consultar os dados estatísticos das últimas 13 épocas, entre os árbitros destas 2 associações com os quais o Benfica é a equipa com melhor rendimento médio em Portugal, João Capela foi internacional, mas nunca foi nomeado para nenhum clássico, João Ferreira e Rui Costa tiveram a sorte de ser nomeados para apitar clássico Benfica – F. C. Porto, mas não voltaram a ser nomeados para mais nenhum outro clássico, pois todos os árbitros que assinalaram um penalti desfavorável ao F. C. Porto num confronto contra os outros 3 candidatos ao titulo, nunca mais foram nomeados para apitar um clássico (Benfica – F. C. Porto). Além destes 2 referidos acima apenas o Duarte Gomes foi capaz de assinalar 1 penalti desfavorável ao F. C. Porto num jogo contra o Benfica, mas também não voltou a ser nomeado para nenhum clássico, mesmo tendo apitado um penalti para cada lado nesse jogo. Já Jorge Sousa (utilizado em 7 clássicos), Artur Soares Dias (utilizado em 6 clássicos), Pedro Proença (utilizado em 4 clássicos), com todos eles o F. C. Porto é, destacadamente a equipa com melhor rendimento médio e aquela que usufruiu de maior saldo de penaltis. O Artur Soares Dias concedeu ao F. C. Porto uma vantagem de 11 penaltis ao F. C. Porto em relação ao Benfica em 31 jogos, Jorge Sousa concedeu ao F. C. Porto uma vantagem de 4 penaltis em relação ao Benfica em 27 jogos e o Pedro Proença Concedeu ao F. C. Porto uma vantagem de 6 penaltis em 15 jogos. Como se vê, o Conselho de Arbitragem ao nomear recorrentemente estes 3 árbitros para os clássicos, estava a procura de conceder vantagem arbitral ao F. C. Porto, tal como ao nomear agora Hugo Miguel, apesar deste nos 27 jogos para o campeonato apresentar apenas uma vantagem de 1 penalti para o F. C. Porto em relação ao Benfica. Estatisticamente não tão evidente que haja uma diferenciação entre as condições arbitrais que Hugo Miguel concede as 2 equipas, como acontece com Artur Soares Dias, Jorge Sousa e Pedro Proença. Este é o nível de infelicidade nas escolhas do C. A. das nomeações dos árbitros para os clássicos (Benfica - F. C. Porto), são sempre escolhidos os que estatisticamente assinalam mais penaltis favoráveis ao F. C. Porto do que ao Benfica. Porque será?
O resume do PERÍODO ARBITRAL MAIS OBSCURO DA HISTÓRIA DO FUTEBOL PORTUGUÊS terá o ”post” apropriado publicado neste blog, assim que se detete que se atingiu o limite máximo (logo que se detete uma diminuição de 2 penaltis em relação ao pico). É uma promessa que fica aqui feita, para ajudar os adeptos de futebol a perceber o efeito arbitral no rendimento das equipas e até para ajudar, o Fontelas Gomes a perceber como conseguiu entrar no Guiness (com a maior diferença arbitral num campeonato inteiro ou em meio campeonato). É uma publicação que, todos os amantes de futebol merecem que seja partilhada pelo universo futebolístico, dados que deviam merecer destaque nos principais órgãos de informação nacional e internacional, para que todo o mundo perceba o que se passou em relação a arbitragem em Portugal antes da demissão do Fontelas Gomes, Tais publicações em Portugal, Espanha, Brasil, Inglaterra, etc, permitiria aos jornalistas por este mundo fora compararem a realidade competitiva em Portugal com o que se passa nos seus países, ou numa perspetiva história do seu futebol verificar, se já tinham vivido tamanha diferença entre os 2 principais candidatos num campeonato ou mais extraordinário ainda com apenas meio campeonato disputado. Prova de quem comanda a arbitragem Portuguesa é que PERÍODO ARBITRAL MAIS OBSCURO DA HISTÓRIA DO FUTEBOL PORTUGUÊS, começou na 27ª jornada de 2019/20, depois do descarado pedido publico do Sérgio Conceição que fosse assinalado mais penaltis a seu favor, ao que Artur Soares Dias acedeu logo com 2 penaltis no jogo seguinte, na 28ª jornada enquanto na Luz, o Benfica sofria um penalti desfavorável aos 86 minutos quando vencia por 3-2 o Santa Clara, penalti que viria a provocar a reviravolta no marcador e a perda da liderança na classificação que passou a ser definitiva (desde essa data até hoje chegamos a extraordinária diferença de 14 penaltis em 19 jogos entre 2 equipas que lutam pelo mesmo objetivo)!.


















