quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

JORGE SOUSA NOMEADO PARA O CLÁSSICO!


INEXPLICAVEMENTE FOI NOMEADO UM ARBITRO QUE MARCA A DIFERENÇA NO RENDIMENTO DESPORTIVO DESTAS DUAS EQUIPAS! Inaceitável! Os adeptos de futebol não mereciam esta desfeita do Conselho de Arbitragem.

Nas últimas 7 epocas, cada uma das equipas já disputou 192 jogos (6*30+12):

  • O F.C. Porto conquistou 80% dos pontos em disputa nos 10 jogos arbitrados pelo Jorge Sousa, sendo que nos restantes 182 jogos dirigidos pelos outros arbitros a equipa conquistou 81% dos pontos. 
  • O Benfica apenas conquistou 50% dos pontos em disputa nos 14 jogos dirigidos pelo Jorge Sousa mas nos outros 178 jogos com todos restantes arbitros a equipa conquistou 80% dos pontos. 
  • Fica claro que estas duas equipas com todos os arbitros nestas últimas 7 épocas demonstraram capacidade para conquistar aproximadamente 80% dos pontos em disputa em média. As duas equipas tiveram um desempenho médio muito semelhante, mas nos jogos arbitrados pelo Jorge Sousa, estas duas equipas apresentam rendimentos antagónicos. É por demais evidente que, o Jorge Sousa interferiu negativamente no rendimento desportivo do Benfica nestas últimas 7 épocas, só o facto de o arbitro ser o Jorge Sousa obrigou o Benfica a baixar o seu rendimento médio de 80% para apenas 50% dos pontos em disputa. Em todo o quadro de arbitros somente existem 6 casos evidentes em que o clube baixa consideravelmente de rendimento quando encontra um determinado arbitro, que são o do Bruno Paixão no caso do F.C. Porto, os do Olegario Benquerença, Pedro Proença e Jorge Sousa no caso do Benfica, o do Pedro Proença no caso do Braga e o do João Capela no caso do Sporting. 
  • Neste mesmo período, o Benfica é o único dos clubes candidatos ao titulo a ter um desempenho tão fraco com o Jorge Sousa, uma vez que o Sporting nos 10 jogos dirigidos pelo Jorge Sousa conquistou 83% dos pontos em disputa e o Braga nos 14 jogos conquistou 74% dos pontos. Que argumentos racionais conseguem explicar que nas últimas 7 épocas, o Benfica conquiste menos 24%, 30% e 33% dos pontos em disputa que o Braga, Porto e Sporting conquistaram. Tal facto só se explica pela realidade construida pelos olhos deste arbitro, É por estes numeros que aqui no blog se defende que este arbitro não reune condições para dirigir o Benfica neste tipo de jogos. 
  • Este jogo, em vez de ser entre dois clubes que nas últimas 7 épocas conquistaram em média 80% dos pontos em disputa, ou seja, 72 pontos num campeonato de 30 jogos, com a nomeação do Jorge Sousa passou a ser um jogo entre uma equipa que conquista 72 pontos e outra que conquista em média 45 postos (50% dos pontos em 30 jogos). Por exemplo, neste campeonato de 2014/15 a equipa que tem 50% de aproveitamento dos pontos em disputa é o 8º classificado, o Rio Ave, que conquistou 18 pontos em 12 jogos. Claramente este jogo deixou de ser uma partida entre candidatos ao título, uma vez que, aos olhos do arbitro nomeado, o Benfica apresenta um rendimento médio semelhante a de uma equipa do meio da tabela, 
  • Atenção meu caro amigo! Por mais estranho que pareça, nesses 14 jogos dirigidos pelo Jorge Sousa, o Benfica baixou de forma abrupta a sua capacidade para conquistar pontos, apesar de somente 3 desses 14 jogos terem sido contra um dos candidatos ao título (2 vezes o Porto e 1 o Braga). Em 14 jogos, disputar 3 jogos contra os candidatos ao título, podemos dizer que é o que normalmente aconteceu nas últimas 6 épocas, pois nesses campeonatos completou-se a primeira volta ao 15º jogo. Está visto então que, pelo grau de dificuldade dos adversários, o rendimento do Benfica não devia variar muito em relação a média geral da equipa. Alguém acredita que o Benfica nas épocas aqui analisadas durante uma volta completa do campeonato, apenas conquistaria 50% dos pontos em disputa em condições  competitivas normais? 
  • Quanto aos 10 jogos do F.C. Porto dirigidos pelo Jorge Sousa, 40% desses jogos foram contra outros candidatos ao título (2 vezes o Benfica e 2 vezes o Sporting). Com todos compreendem num típico campeonato nacional não existem 40% de jogos contra adversários do mesmo nível de dificuldade que comporta os desafios contra o Benfica e Sporting. Inexplicávelmente com este arbitro, apesar de terem aumentado a valia média dos adversários, o F.C. Porto continuou praticamente com a mesma % de pontos conquistados que obteve com os outros árbitros (jogos maioritariamente contra adversários mais acessíveis). Mantendo a proporcionalidade, com este arbitro, em 30 jogos (10*3) disputados, o F.C. Porto conquistaria 72 pontos, apesar de 12 (4*3) desses jogos terem sido contra outros candidatos, em vez dos 6 jogos (2xBenfica, 2xSporting e 2xBraga) que normalmente são disputados em cada campeonato. Na pratica, mesmo num campeonato com o dobro de jogos de grau de dificuldade elevada, este arbitro permite ao F.C. Porto conquistar a mesma % de pontos que o clube conquistou em média com todos os outros arbitros no campeonato. O F.C. Porto com Jorge Sousa competiu beneficiando de um saldo de 6 decisões arbitrais favoráveis (4 penaltis e 2 expulsões) em apenas 10 jogos, enquanto que o Benfica nos 14 jogos, competiu com um saldo desfavorável de 1 penalti e um saldo favorável de 3 expulsões. Transparente e esclarecedor! 
  • Todos os adeptos de futebol sabem que com os olhos do Jorge Sousa, a haver algum penalti assinalado no Porto-Benfica tendencialmente será favorável ao F.C. Porto, jamais desfavorável, pelo menos os dados estatísticos demonstram que um penalti contra o F.C. Porto assinalado pelo Jorge Sousa nunca aconteceu nos últimos 7 campeonatos, já o Benfica foi penalizado com 3 penaltis contra assinalados pelo Jorge Sousa. Nestes 7 campeonatos não existe nenhum outro arbitro com o qual o Benfica tenha sofrido mais penaltis do que estes 3 assinalados pelo Jorge Sousa. Está e a realidade objetivamente traduzida por dados estatísticos.    


Aqui no Blog utilizamos os dados estatísticos para aferir se determinado arbitro interfere no rendimento de uma equipa.

Agregamos os dados das últimas 7 épocas para encontrar o rendimento médio da equipa. Essa % de pontos conquistados pelo clube não está dependente dum arbitro, uma vez que é uma média que inclui os jogos arbitrados por todos os arbitros.

Quando nos concentramos no rendimento médio do clube com um arbitro em concreto, o que constatamos são pequenas diferenças em relação ao rendimento médio do clube. Como critério establecemos que sempre que se detecta que um arbitro obriga um clube a piorar em mais de 20% o seu rendimento, esse arbitro não reune condições para ser nomeado para os jogos importantes desse clube, uma vez que objetivamente interfere no rendimento dessa equipa, não cnsegue ser um elemento neutro. Seguindo este critério de todos elementos do quadro de arbitros da Liga ZonSagres, apenas o Bruno Paixão não tem condições para dirigir jogos importantes do F.C. Porto, sendo que o Olegário Benquerença, o Pedro Proença e o Jorge Sousa interferem no rendimento do Benfica em mais de 20%, assim sendo não têm condições para dirigir jogos importantes do Benfica. Estamos a falar de apenas 4 arbitros que não permitem a um destes clubes manter uma % de aproveitamento próximo do rendimento médio do clube, como se vê esta anormalidade acontece com um número muito restrito de arbitros, somente estes 4  árbitros demonstram de forma evidente que influenciam o rendimento destas duas equipas. Prova-se assim que não é normal um clube, nos jogos dirigidos por um determinado arbitro, obter um rendimento muito inferior ao seu rendimento médio, pois, por definição um arbitro deve ser um elemento neutro no jogo.

Quando comparamos o rendimento médio com cada um dos arbitros dos dois clubes temos o seguinte quadro:

Assim se prova, que nestas últimas 7 épocas, os arbitros com os quais existe uma maior diferença no rendimento médio entre o Benfica e o F.C. Porto são:

  1. Arbitro que mais influenciou o rendimento dos 2 clubes foi o Olegario Benquerença, com uma diferença  favorável ao F.C. Porto de 64% nos pontos conquistados. O Conselho de Arbitragem já identificou que este arbitro não tem condições para dirigir jogos do Benfica, por isso desde a 28ª da epoca de 2011/12 não mais voltou a ser nomeado para jogos do Benfica e apenas dirigiu dois jogos do F.C. Porto. 
  2. Segue-se o Bruno Paixão, com diferença de 37% favorável ao Benfica. O Conselho de Arbitragem já identificou que este arbitro não tem condições para dirigir jogos do F.C. Porto, por isso, desde a 17ª da epoca de 2011/12 não mais voltou a ser nomeado para jogos do F.C. Porto.
  3. Segue-se o Jorge Sousa, com uma diferença de 30% favorável ao F.C. Porto. Prova de que já é evidente para todos a tendência deste arbitro, está no facto de não ter sido nomeado para mais jogos do Benfica desde a 1ª jornada da época 2013/14 (Maritimo 2 - Benfica 1) e já não vinha sendo nomeado para jogos do F.C Porto desde a 15ª jornada de 2012/13. 
  4. Segue-se  o Pedro Proença, com uma diferença de 27% favorável ao F.C. Porto.
  5. Segue-se o Carlos Xistra, com uma diferença de 23% favorável ao F.C. Porto.
  6. Por fim temos o João Capela, com uma diferença de 20% favorável ao Benfica.

Por tudo isso fica claro que, os dados estatísticos evidenciam que Jorge Sousa não reune condições que garanta equidade entre as duas equipas candidatas ao titulo para que o jogo posssa decorrer sem influência arbitral. Por mais que a equipa do seu coração esteja em dificuldades que respeite o esforço dos atletas em campo e não condescendente com uma das equipas como acontecu nesta final da taça da Liga. Inaceitável arbitragem que nenhum adepto deseja ver repito por um arbitro internacional.

Uma última pergunta para os elementos do Conselho de Arbitragem - Os adeptos ainda serão capazes de acreditar que este arbitro dirigirá um jogo, entre duas equipas que no nosso campeonato têm conquistado aproximadamente 80% dos pontos em disputa de média? É que com este arbitro não tem sido bem assim, ... mas aparentemente o Conselho de Arbitragem acredita que ele desta vez conseguirá ser um elemento neutro de modo a termos um jogo entre equipas candidatas ao titulo.  


2 comentários:

No.Worries disse...

Grande trabalho.
Mas a verdade está no primeiro parágrafo, se bem que por outras palavras: por este ser um árbitro que marca a diferença no rendimento das duas equipas é que foi escolhido. É explicável! Mas continua a ser inaceitável.

Anónimo disse...

Grande trabalho. Parabéns :-)