A lei aplicada aos 33 minutos para não sancionar disciplinarmente Alberto Costa e exibir amarelo ao Prestianni não foi a mesma que foi aplicada 1 minuto depois ao Lenglet e para não sancionar o protesto do Gabri Veiga. Somente os responsáveis pela arbitragem em Portugal ou o próprio de viva voz conseguem explicar estas 4 decisões disciplinares tomadas pelo Miguel Nogueira entre os 33 minutos e os 35 minutos. Aos olhos de todos os que verdadeiramente amam o futebol há uma evidente desigualdade! O Prestianni vê amarelo por se dirigir ao arbitro e 1 minuto depois Gabi Veiga se dirige ao arbitro de uma forma ainda mais veemente e não vê o 2º amarelo!
Farioli diz que hoje a arbitragem foi a normalidade que ele quer que se perpetue e que hoje não viu nenhuma anormalidade/dualidade de critério. Como é que ele consegue explicar com coerência estas 4 decisões arbitrais tomadas entre os 33 minutos e os 35 minutos? Ele viu o comportamento incorreto do Gabri Veiga perante o arbitro e o substitui imediatamente nesse minuto, não fosse o VAR aproveitar essa paragem de jogo para obrigar o arbitro a rever a forma como Gabri Veiga se dirigiu ao arbitro no minuto 34. Para tal acontecer a equipa de arbitragem teria de estar comprometida com a defesa da verdade desportiva, como não seguramente o que o VAR Luís Ferreira tem feito durante a sua carreira estão, neste jogo foram tomadas 4 decisões arbitrais diametralmente opostas num espaço de 2 minutos, sempre em prejuízo do mesmo clube! É isto que se pretende normalizar em Portugal! Haja vergonha na cara!
Então o Alberto Costa pode atingir o Prestianni na cara ao ponto de ele ficar com o resto ensanguentado e o Prestianni não pode se dirigir ao arbitro para lhe mostrar que foi atingido no rosto, já no minuto seguinte o Gabri Veiga a quem já havia sido perdoada a expulsão aos 5 minutos, após Lenglet ter tocado na nuca do André Silva pode vir a correr desenfreado com as mãos no ar e chegar em frente do arbitro colocar as mãos na cabeça, mas o mesmo arbitro aqui já não é capaz de mantém o critério que havia aplicado ao Prestianni 1 minuto antes. Farioli sabe que em condições normais Gabri Veiga teria sido expulso, o arbitro é que não aplicou a lei de igual forma para as duas equipas, tanto sabe que de seguida retirou o Gabri Veiga do jogo, porque sabe que em 34 minutos o arbitro já tinha desvirtuado a verdade desportiva por 2 vezes para não exibir um cartão vermelho ao Gabri Veiga. Basta ver a reação do Prestianni aos 33 minutos e a reação do Gabri Veiga aos 34 minutos, para constatarmos que ninguém intelectualmente honesto pode dizer que não viu nenhuma anormalidade arbitral. Basta ver as imagens para percebermos que Gabri Veiga protestou ainda de uma forma mais veemente do que Prestianni havia feito 1 minuto antes!
Os árbitros quando não querem aplicar as leis de forma igualitária as 2 equipas, temos jogos como este que vimos no Dragão, todos vimos que a verdade desportiva foi desvirtuada!O ridículo é que Lenglet leva 2º amarelo/vermelho por muito menos do que Alberto Costa fez que sequer viu amarelo, sendo que são lances que ocorreram com 1 minuto de diferença entre eles! Protocolarmente nos lances em que há vermelho, o VAR tem a obrigação de corrigir o arbitro em defesa da verdade desportiva, não pode deixar que o arbitro no mesmo jogo possa aplicar tamanha dualidade de critério entre as 2 equipas ao ponto de mudar por completo o sentido de um jogo, deixando a equipa lesada por esta desigual aplicação das leis em inferioridade numérica.
O ridículo a que se chega, Samu dá um soco em Bah aos 92 minutos e o Bah é quem vê amarelo por o empurrar em resposta. Inacreditavelmente o VAR que tem a obrigação protocolar de avisar o arbitro sempre que alguém sem bola em disputa dá um soco no seu adversário, nada diz! É este tipo de entretinimento que Liga portuguesa quer vender no estrangeiro com a centralização.
Uma vez que, o Samu, o Alberto Costa e o Gabri Veiga não tiveram nenhuma punição disciplinar, o mínimo que os adeptos de futebol podemos fazer, é pedir desculpas ao Bah ou ao Prestianni por não lhes termos conseguido arranjar condições de terem a sua integridade física protegida, nestes anos em que se encontram a disputar a Liga Portuguesa com a camisola do Benfica. Nenhum ser humano devia ser obrigado a dar a outra face depois de ter sido agredido. É inaceitável que Prestianni não possa se dirigir ao arbitro para lhe mostrar o estado em que ficou a sua face ou que o Bah depois de levar um soco de punho fechado não poder sequer afastar esse agressor. És agredido, o agressor não tem nenhuma sanção disciplinar e se te diriges ao arbitro para lhe dar conta que tinhas sido agredido vais levar amarelo, se reages afastando quem te agrediu também vais levar amarelo, são essas as condições que tem estado sujeitos os profissionais de futebol ano após ano, enquanto estão a atuar na Liga Portuguesa em defesa da camisola do Benfica (Liga da VARgonha). Quer reaja como Prestianni ou como Bah, o atleta que contratualmente está a defender os interesses dos Benfiquistas dentro de campo, vai ser sempre punido disciplinarmente depois de ter sido agredido, é isso que os responsáveis da Liga vem nos mostrando ano após ano. Esta normalidade arbitral tem de ser erradicada!
O Samu ao não ter levado nenhum cartão alegadamente é porque o arbitro não viu o soco que deu, pelo que agora deverá estar sob a alçada dos órgãos disciplinares da Liga. Se o arbitro ou o VAR viram e decidiram não punir, então tem de ser severamente punidos, pois é inadmissível! Não é esse o exemplo que queremos transmitir aos nossos jovens, que é possível dar um soco impunemente ao nosso adversário, ninguém integro pode dizer que esse soco foi num lance de disputa de bola! Os jogadores estão em campo para jogar a bola não para impunemente dar socos aos adversários!



