quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Miguel Nogueira com arbitragem a lembrar outros tempos (Apito Dourado)

Miguel Nogueira fez uma arbitragem que nos fez reviver o que era normal durante era apito Dourado, em que a dualidade de critério arbitral aplicado a estes 2 rivais foi por demais evidente. A partida começou na primeira 1/2 hora bastante bem jogado, mas Miguel Nogueira com um serie de decisões sempre no mesmo sentido acabou por inclinar por completo o campo. Arbitragem demasiado tendenciosa, normal só para quem gosta de batota! Era normal durante as últimas décadas nesta Liga de Batoteiros.

Não dá para compreender as 4 decisões disciplinares que tomou entre os 33 e 35 minutos em que Alberto Costa atinge ma cara o Prestianni ao ponto de o deixar a sangrar e não é punido disciplinarmente, inexplicavelmente condicionando o Prestianni com 1 amarelo assim que este (o agredido) lhe foi mostrar a cara ensanguentada. Em vez de desempenhar a principal função de um arbitro (garantir a integridade física dos atletas), falar pedagogicamente com ele, tentar lhe tranquilizar de que apenas deveria continuar a ter o desempenho futebolístico que estava a ter, garantindo-lhe que o arbitro estava lá para proteger a integridade física dele ou de qualquer outro jogador e atuaria sempre que veja infrações para tal. Prestianni viu amarelo por se ter dirigido ao arbitro, mas 1 minuto depois disso, quando André Silva dá um encontrão ao Lenglet sem bola e este reage tocando-lhe de leve na nuca, o Gabri Veiga sai disparado a correr em direção do arbitro com as 2 mão levantadas e em frente ao arbitro protesta colocando as 2 mãos na cabeça e não lhe foi exibido o 2º cartão amarelo por esse protesto. Como Miguel Nogueira em 2 minutos considera que atingir adversários não é para amarelo no caso do Alberto Costa e já é no caso de Lenglet e que protestar é para amarelo caso seja feita por um agredido ensanguentado mas não é para amarelo no caso do Gabri Veiga, que assim voltou pela 2ª a escapara a expulsão neste jogo, já que logo aos 5 minutos teve um entrada perigosa para a integridade fisica do Alexander Bah. Este lance é em tudo semelhante a outro que este mesmo arbitro tinha decido dar vermelho direto, num jogo de qualificação para a LC que apitou recentemente. 

O mesmo tipo de faltas, para a Champions ele considera que deve exibir vermelho, no Dragão para punir um jogador do Porto faltou-lhe coragem para aplicar as mesmas leis de arbitragem que faz questão de aplicar nos jogos das competições Europeias. Esclareça-se, onde errou, são 2 decisões antagónicas!

Miguel Nogueira é um arbitro jovem, que ainda não tem uma dezena de jogos para o campeonato de nenhum dos 4 candidatos que aqui no blog acompanhamos, para estatisticamente podermos determinar se é realmente um elemento neutral no jogo como deve ser um arbitro, ou se constatamos se os seus dados evidenciam uma tendência clara. Aqui no blog, há alguns critérios estatísticos que nos permitem determinar se o arbitro tem uma tendência arbitral clara em beneficio ou prejuízo de um dos candidatos. Quando ele acumular mais de uma dezena de jogos já poderemos retirar conclusões mais fiáveis estatisticamente, neste momento o seu histórico é o seguinte:

  • Sempre que nos jogos arbitrados por ele ocorrer uma variação superior a 10% na percentagem que um dos candidatos obtém com ele comparativamente ao que é o rendimento médio do clube com todos os restantes árbitros, acendemos uma luzinha para estarmos mais atentos a quantidade de pênaltis e expulsões que assinala, favoráveis e desfavoráveis aos 4 candidatos ao título. Sempre que um arbitro interfere em mais do que 15% seguramente não serve, não é neutral. Nas últimas 19 épocas, em média o F. C. Porto conquistou 78% dos pontos possíveis com todos os árbitros e com o Miguel Nogueira melhora para 81%, já o Benfica com todos os árbitros também conquista 78% dos pontos possíveis e nos jogos arbitrados pelo Miguel Nogueira conquista apenas 67% dos pontos possíveis. O Benfica é o único dos 4 candidatos que este arbitro obrigou a diminuir em 12% o que é o seu rendimento médio normal com todos os outros árbitros, acendem-se as campainhas, deve-se analisar com atenção como apitou os jogos do Benfica. Neste último jogo realmente teve muita influencia no rendimento desportivo do Benfica com a sua inação ao perdoar muitos cartões aos jogadores do F. C. Porto (Alberto Costa, Gabri Veiga, William Gomes, Kiwior, Samu foram perdoados).
  • Há que perceber qual é a equipa das 4 candidatas, que ele concedeu um melhor saldo de pênaltis. Ver qual equipa ele concede mais pênaltis favoráveis e ver se isso tem agravante de também ser a menos penalizada com pênaltis desfavoráveis. No caso do Miguel Nogueira, a equipa com melhor saldo de pênaltis é o Braga com um saldo positivo de 3 pênaltis seguido do FCP com um saldo positivo de 1 pênalti, já o Benfica e o Sporting apresentam um saldo nulo de pênaltis.
  • Na Liga Portuguesa, em média ocorre 1 pênalti a cada 8 golos, ao vermos os que aconteceu nos jogos apitados pelo Miguel Nogueira vemos que assinala 1 pênalti favorável ao Sporting a cada 6 golos marcados pelo Sporting, 1 pênalti favorável ao F. C. Porto por cada 14 golos marcados e 1 pênalti favorável ao Benfica por cada 19 golos marcados.


Miguel Nogueira esteve muito mal no aspeto disciplinar neste último classico no Dragão!

Será que mesmo depois de atingir mais de uma dezena de jogos apitados de cada um dos candidatos, vamos continuar a notar que com a sua arbitragem o candidato com melhor rendimento médio é o FCP com 81% dos pontos conquistados, seguido do Sporting e do Braga que conquistam 78% dos pontos e por fim o Benfica que apenas conquista 67% dos pontos. Nos jogos que já apitou o ataque que conseguiu marcar mais golos foi o do Benfica, 19 golos marcados mais incompreensivelmente só 1 dos 9 pênaltis que assinalou favoráveis aos 4 candidatos ao titulo!



segunda-feira, 21 de setembro de 2026

A normalidade arbitral em Portugal é uma anormalidade de viciação arbitral a vista de todos

A lei aplicada aos 33 minutos para não sancionar disciplinarmente Alberto Costa e exibir amarelo ao Prestianni não foi a mesma que foi aplicada 1 minuto depois ao Lenglet e para não sancionar o protesto do Gabri Veiga. Somente os responsáveis pela arbitragem em Portugal ou o próprio de viva voz conseguem explicar estas 4 decisões disciplinares tomadas pelo Miguel Nogueira entre os 33 minutos e os 35 minutos. Aos olhos de todos os que verdadeiramente amam o futebol há uma evidente desigualdade! O Prestianni vê amarelo por se dirigir ao arbitro e 1 minuto depois Gabi Veiga se dirige ao arbitro de uma forma ainda mais veemente e não vê o 2º amarelo!

Farioli diz que hoje a arbitragem foi a normalidade que ele quer que se perpetue e que hoje não viu nenhuma anormalidade/dualidade de critério. Como é que ele consegue explicar com coerência estas 4 decisões arbitrais tomadas entre os 33 minutos e os 35 minutos? Ele viu o comportamento incorreto do Gabri Veiga perante o arbitro e o substitui imediatamente nesse minuto, não fosse o VAR aproveitar essa paragem de jogo para obrigar o arbitro a rever a forma como Gabri Veiga se dirigiu ao arbitro no minuto 34. Para tal acontecer a equipa de arbitragem teria de estar comprometida com a defesa da verdade desportiva, como não seguramente o que o VAR Luís Ferreira tem feito durante a sua carreira estão, neste jogo foram tomadas 4 decisões arbitrais diametralmente opostas num espaço de 2 minutos, sempre em prejuízo do mesmo clube! É isto que se pretende normalizar em Portugal! Haja vergonha na cara!

Então o Alberto Costa pode atingir o Prestianni na cara ao ponto de ele ficar com o resto ensanguentado e o Prestianni não pode se dirigir ao arbitro para lhe mostrar que foi atingido no rosto, já no minuto seguinte o Gabri Veiga a quem já havia sido perdoada a expulsão aos 5 minutos, após Lenglet ter tocado na nuca do André Silva pode vir a correr desenfreado com as mãos no ar e chegar em frente do arbitro colocar as mãos na cabeça, mas o mesmo arbitro aqui já não é capaz de mantém o critério que havia aplicado ao Prestianni 1 minuto antes. Farioli sabe que em condições normais Gabri Veiga teria sido expulso, o arbitro é que não aplicou a lei de igual forma para as duas equipas, tanto sabe que de seguida retirou o Gabri Veiga do jogo, porque sabe que em 34 minutos o arbitro já tinha desvirtuado a verdade desportiva por 2 vezes para não exibir um cartão vermelho ao Gabri Veiga. Basta ver a reação do Prestianni aos 33 minutos e a reação do Gabri Veiga aos 34 minutos, para constatarmos que ninguém intelectualmente honesto pode dizer que não viu nenhuma anormalidade arbitral. Basta ver as imagens para percebermos que Gabri Veiga protestou ainda de uma forma mais veemente do que Prestianni havia feito 1 minuto antes!


Os árbitros quando não querem aplicar as leis de forma igualitária as 2 equipas, temos jogos como este que vimos no Dragão, todos vimos que a verdade desportiva foi desvirtuada!
A normalização da dualidade do critério arbitral é que tem sido o maior problema do Futebol Português, é algo que vem se perpetuando ano após ano na Liga da VARgonha, sem que haja nenhuma melhoria. 

O ridículo é que Lenglet leva 2º amarelo/vermelho por muito menos do que Alberto Costa fez que sequer viu amarelo, sendo que são lances que ocorreram com 1 minuto de diferença entre eles! Protocolarmente nos lances em que há vermelho, o VAR tem a obrigação de corrigir o arbitro em defesa da verdade desportiva, não pode deixar que o arbitro no mesmo jogo possa aplicar tamanha dualidade de critério entre as 2 equipas ao ponto de mudar por completo o sentido de um jogo, deixando a equipa lesada por esta desigual aplicação das leis em inferioridade numérica.

O ridículo a que se chega, Samu dá um soco em Bah aos 92 minutos e o Bah é quem vê amarelo por o empurrar em resposta. Inacreditavelmente o VAR que tem a obrigação protocolar de avisar o arbitro sempre que alguém sem bola em disputa dá um soco no seu adversário, nada diz! É este tipo de entretinimento que Liga portuguesa quer vender no estrangeiro com a centralização. 

Uma vez que, o Samu, o Alberto Costa e o Gabri Veiga não tiveram nenhuma punição disciplinar, o mínimo que os adeptos de futebol podemos fazer, é pedir desculpas ao Bah ou ao Prestianni por não lhes termos conseguido arranjar condições de terem a sua integridade física protegida, nestes anos em que se encontram a disputar a Liga Portuguesa com a camisola do Benfica. Nenhum ser humano devia ser obrigado a dar a outra face depois de ter sido agredido. É inaceitável que Prestianni não possa se dirigir ao arbitro para lhe mostrar o estado em que ficou a sua face ou que o Bah depois de levar um soco de punho fechado não poder sequer afastar esse agressor. És agredido, o agressor não tem nenhuma sanção disciplinar e se te diriges ao arbitro para lhe dar conta que tinhas sido agredido vais levar amarelo, se reages afastando quem te agrediu também vais levar amarelo, são essas as condições que tem estado sujeitos os profissionais de futebol ano após ano, enquanto estão a atuar na Liga Portuguesa em defesa da camisola do Benfica (Liga da VARgonha). Quer reaja como Prestianni ou como Bah, o atleta que contratualmente está a defender os interesses dos Benfiquistas dentro de campo, vai ser sempre punido disciplinarmente depois de ter sido agredido, é isso que os responsáveis da Liga vem nos mostrando ano após ano. Esta normalidade arbitral tem de ser erradicada!

O Samu ao não ter levado nenhum cartão alegadamente é porque o arbitro não viu o soco que deu, pelo que agora deverá estar sob a alçada dos órgãos disciplinares da Liga. Se o arbitro ou o VAR viram e decidiram não punir, então tem de ser severamente punidos, pois é inadmissível! Não é esse o exemplo que queremos transmitir aos nossos jovens, que é possível dar um soco impunemente ao nosso adversário, ninguém integro pode dizer que esse soco foi num lance de disputa de bola! Os jogadores estão em campo para jogar a bola não para impunemente dar socos aos adversários! 

sábado, 12 de setembro de 2026

Com 5 jornadas já disputadas temos que FCP já usufruiu de 2 pênaltis, Sporting 1 e finalmente Benfica também 1

Fábio Veríssimo bastante contrariado, após 3 minutos a visionar as imagens do pontapé na cabeça do Lenglet, finalmente se decidiu a conceder o 1º pênalti favorável ao Benfica na Liga 2026/27. 


Que os dados estatísticos demonstram claramente que certos árbitros tem uma tendência declarada em defesa dos interesses desportivos de um dos 3 candidatos ao titulo, já aqui no blog tínhamos demonstrado, que com 5 árbitros (BANDO DOS 5) se construiu a força superlativa de pênaltis do F. C. Porto na Liga, poder na arbitragem que agora nos últimos anos está a passar para o Sporting com os seus 5 VIOLINOS. No último título do Sporting em 2024/25, foi necessário virmos pela 1ª vez desde sempre o mesmo árbitro apitar 6 das 34 jornadas de um candidato ao titulo de modo a que se possa garantir que esse Sporting, que após a saída de Ruben Amorim passou 22 jogos seguidos sem conseguir 2 vitórias consecutivas e que somente venciam os jogos apitados pelos 5 VIOLINOS, tendo se encarrilado para o titulo depois quando usufruiu de 6 pênaltis em 6 jogos seguidos (obtendo vitórias). Aqui no Blog, já todos sabemos que escolhendo determinados árbitros é possível fazer campeão o clube que se pretende favorecer. Com is árbitros certos mesmo uma equipa que não consegue 2 vitórias seguidas em 22 jogos pode se sagrar campeã, mesmo que para tal seja necessária nomear o mesmo arbitro para uns excepcionais 5 ou 6 jogos na mesma temporada (nas últimas 19 épocas cujos dados temos aqui compilados no blog, não existe nenhum outro caso semelhante de 6 jogos da mesma equipa controlados pelo mesmo arbitro). Fabio Veríssimo foi capaz de fazer o Sporting 2024/25 de Rui Borges campeão, entre a 9ª jornada e a 34 jornada, o conselho de arbitragem sentiu a necessidade de o nomear para uns incríveis 6 vezes para controlar jogos do Sporting. Eis os jogos para os quais Fábio Veríssimo foi nomeado na época 2024/25, parece que o Sporting de Rui Borges tinha o seu arbitro particular (apitou o Sporting em 6 dos 19 jogos da 1ª Liga que arbitrou nessa temporada)!


Só com o efeito direto dos pênaltis assinalados com o jogo empatado ou quando se está a perder por 1 golo, nas últimas 10 épocas o F. C. Porto pode acrescentar 110 pontos, o Sporting 93 pontos e o Benfica apenas 84 pontos, ou seja, os árbitros concederam ao F. C. Porto a oportunidade de conquistar mais 26 pontos do que o Benfica!


Em todas as Ligas o que os dados estatísticos nos demonstram é que em condições arbitrais normais existe uma correlação positiva entre os golos marcados e os pênaltis favoráveis, a Liga Portuguesa é a única das 6 principais da Europa, em que o melhor ataque da Liga nas últimas 10 épocas (Benfica), não é nem a 1ª nem a 2ª equipa com mais pênaltis assinalados a seu favor, estes são o F. C. Porto (que usufruiu de 95 pênaltis) e o Sporting (que usufruiu de 88 pênaltis). O Benfica apesar de ter marcado 736 gos (+68 golos do que o FCP), apenas viu serem assinalados 82 pênaltis a seu favor (-13 do que o F. C. Porto, ou seja, sem o efeito direto dos pênaltis o Benfica teria conseguido marcar mais 81 golos do que o FCP nos últimos 10 campeonatos. Nas últimas 10 épocas ao F. C. Porto tem sido concedido em média 1 pênalti por cada 7,0 golos marcados, enquanto ao Benfica tem sido concedido 1 pênalti a cada 8,4 golos marcados, sendo o jogo de futebol o mesmo em todo os campos, porque razão se consegue detectar que são concedidos pênaltis mais facilmente ao F. C. porto do que são concedidos ao Benfica!

Porque será que quando agregamos os dados estatísticos das últimas 10 épocas, se constata que na Liga Inglesa, o Manchester City é a equipa que marca mais golos e também a que usufrui de mais pênaltis, o mesmo se passa com o Bayern na Liga Alemã, com o PSG na Liga Francesa e somente na Liga Portuguesa não ocorre o mesmo padrão, a equipa mais ofensiva não se transforma consequentemente também na que usufrui de mais pênaltis? Prova-se de que existe viciação arbitral na Liga Portuguesa!