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sábado, 26 de janeiro de 2019

Duplo VAR na final da Taça da Liga

Sim, Duplo VAR! Só assim se faz justiça ao VAR do F. C. Porto e ao VAR do Sporting. 

Faz todo o sentido na hora da VARdade, numa final em que se vai atribuir um trofeu conquistado atráves da influência direta do VAR, cada um dos clubes ter o seu próprio VAR nesse jogo, pois ambos os clubes ao longo do consulado Fontelas Gomes, sempre tiveram nos seus jogos o seu VAR a defender os seus interesses particulares, mesmo que para isso o VAR tivesse que falhar redondamente no cumprimento das leis do jogo.

Quando o jogo é importante, o Sporting necessita de ter um VAR a defender os seus interesses particulares, então é justo que também nesta final possa continuar a contar com a ajuda desse VAR.
Sendo este jogo importante, o F. C. Porto necessita que se continue a aplicar o PortoAoColo do VAR em vigor, logo é justo que também nesta final possa continuar a contar com a ajuda do seu VAR. Respeitando as necessidades destes 2 clubes, a Liga teve obrigatoriamente de recorrer ao recurso do video-arbitragem, no caso não só a um VAR, mas sim a um Duplo VAR.

Vamos ver como é que irá funcionar na prática esse duplo VAR, se os adeptos de futebol vão poder ter o previlégio de assistir a algum golo que não seja invalidado pelo VAR nesta partida. Será que quando o Sporting sofrer um golo, não aparecerá o VAR a anular o golo por um contacto qualquer entre dois jogadores que tenham disputado uma bola qualquer? Ou quando o F. C. Porto sofrer um golo não vai o VAR tentar inventar um fora-de-jogo ou outra pretensa mão qualquer, mesmo que as imagens não sustentem essa decisão arbitral?
Este contacto numa disputa de bola entre Acunã e Dyego Sousa, lance em que nenhum dos dois jogadores tem a bola controlada ou usa os braços para empurrar, sendo o futebol um jogo de contato este contacto não pode ser a justificação oficial utilizada para o VAR anular um golo ao Braga, e na vespera os mesmos responsáveis do Conselho de Arbitragem conseguirem que o VAR tenha conseguido anular um golo limpo ao Benfica e validar 2 golos irregulares do F. C. Porto, um em que há um empurão ostensivo do Marega sobre o Grimaldo e outro em que Gabriel com a bola controlada é derrrubado pelo seu adversário, que só após o ter atingido fazendo cair consegue ter a bola ao seu alcance. As imagens na televisão são muito claras, para qualquer arbbitro imparcial.